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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O ÚLTIMO TÍTULO ALEMÃO

A décima edição da Eurocopa.

Realizou-se em 1996 e teve como anfitrião a Inglaterra.

Foi a primeira edição a contar com dezesseis equipes.

Em sua fase final.

Como sempre, algumas surpresas.

Algumas boas seleções de fora.

Caso da Bélgica, eliminada por Espanha e Dinamarca.

Da Suécia, terceiro lugar no Mundial de 1994.

Caindo nas eliminatórias frente a Suíça e Turquia.

Além da Noruega, contando com uma forte seleção.

Eliminada por Holanda e República Tcheca.

As dezesseis equipes qualificadas.

Dividiram-se em quatro grupos de quatro equipes.

Bulgária, Croácia, Suíça e Turquia.

Faziam sua primeira aparição.

Rússia e República Tcheca também.

Após a desintegração da União Soviética e da Tchecoslováquia.


Oito cidades sediaram os jogos.

Londres, Manchester, Liverpool, Birmingham.

Leeds, Sheffield, Newcastle e Nottingham.

A abertura ocorreu no dia 8 de junho.

Os donos da casa decepcionaram.

E empataram com a Suíça em 1 a 1 em Wembley.

No entanto a primeira fase ocorreu sem grandes surpresas.

A não ser a eliminação da Itália pela República Tcheca.

A Euro 96 ficou marcada pelas decisões por pênaltis.

Foi o que se viu a partir das quartas-de-final.

Talvez motivada pela adoção do gol de ouro.

O primeiro torneio de grande porte a adotar o evento.

A Inglaterra eliminou a Espanha.

E os franceses despacharam os holandeses.

Após a cobrança dos tiros penais.

Alemanha e República Tcheca, contudo.

Passaram para as semifinais no tempo normal no dia seguinte.

Semifinais que foram decididas nos pênaltis.

A República Tcheca surpreendeu em Manchester.

E despachou a França após um 0 a 0.

No tempo normal e na prorrogação.

Mesma situação da Alemanha.

Que empatou em 1 a 1 com a Inglaterra em Londres.

E despachou os anfitriões por 6 a 5 na cobrança dos penais.

Southgate desperdiçou um tiro para a Inglaterra.

O gol de ouro ainda não tinha funcionado.


Domingo, 30 de junho de 1996.

Estádio Wembley, em Londres.

Alemanha e República Tcheca se encontram.

Para jogar a Final da Eurocopa de 1996.

Já haviam se encontrado na primeira fase uma vez.

Na estreia de ambos.

Os alemães venceram por 2 a 0 em Manchester.

Ziege e Möller marcaram os gols.

A Alemanha se mostrava favorita.

Primeiro lugar na primeira fase.

Eliminara os anfitriões ingleses.

A República Tcheca era tida como zebra.

Classificara-se no confronto direto contra a Itália.

Embora tivesse eliminado Portugal e França em seguida.

Os países já haviam decidido a Euro, vinte anos antes.

Em 1976.

Alemanha Ocidental e Tchecoslováquia.

Fizeram o jogo final em Belgrado.

O qual, curiosamente, terminara na decisão por pênaltis.

Na histórica cobrança de Antonin Panenka.

Que deu o título continental aos tchecos.

Vinte anos depois, em Wembley.

A Alemanha ainda traz Hässler e Klinssmann.

Campeões do mundo em 1990.

Para defender o time germânico.

A República Tcheca traz um time jovem.

Onde se destacam Nedved e Poborsky.

O jogo começa duro.

A República Tcheca tem a primeira chance do jogo.

Num chute de Poborsky na pequena área.

Após cruzamento da esquerda, a bola vai para fora.

A Alemanha tenta tomar a iniciativa do jogo.

Chega perto de marcar com Kuntz.

A bola passa pelo goleiro mas a zaga tira em cima da linha.

Lance do jogo entre Alemanha e República Tcheca
na decisão da Eurocopa em 1996.

Os dois times se respeitam.

A Alemanha chega de novo de forma perigosa.

Num chute de Scholl por cima do gol.

No fim do primeiro tempo, Kuntz perde a melhor chance do jogo.

Sozinho, na cara de Kouba, o goleiro tcheco pratica a defesa.

Quase nos acréscimos, quem perde um gol é a República Tcheca.

Kuka chuta em cima do goleiro Köpke.

A Alemanha muda no intervalo.

Eilts dá lugar a Marco Bode.

E os alemães chegam novamente na cara do gol com Strunz.

Que mais uma vez perde a chance, chutando para fora.

Quando se achava que estava amadurecendo o gol alemão.

Eis que são os tchecos que abrem o placar.

Num contra-ataque ganho à base da força.

Pelo meio de campo da República Tcheca.

Poborsky é derrubado fora da área.

Mas o italiano Pierluigi Pairetto, árbitro do jogo.

pênalti, e marca a infração a favor da República Tcheca.

Berger é quem foi para a cobrança.

Na Euro dos pênaltis.

Gol na Final de pênalti!

Forte, por baixo do corpo de Köpke.

Que por pouco não segura a cobrança.

A República Tcheca, pasmem, está na frente!

Berger, República Tcheca 1 a 0.

Berger corre para comemorar o gol da República Tcheca
na Final da Eurocopa de 1996.

O jogo começa a mudar minutos depois.

Scholl dá lugar a um jovem predestinado: Bierhoff.

Vogts, no banco, está impaciente.

A Alemanha tenta num chute de Hässler.

Sem sucesso.

Sucesso teve Bierhoff, que seria o herói do jogo.

Após Nemec derrubar Strunz do lado direito.

A cobrança de falta de Ziege vai na cabeça de Bierhoff.

Que fulmina a meta de Kouba.

empata o jogo para os alemães.

Muita vibração.

1 a 1 no placar de Wembley.

Emoções fortes ainda virão no jogo.

O ataque alemão põe fogo na partida.

Bode acerta um chute.

Kouba acerta a defesa.

Escapada de Ziege pela direita.

Que passa para Klinssmann, escondido no jogo.

Dentro da área, o capitão alemão não acerta o chute.

Poborsky sai do jogo, substituído por Smicer.

É dele a última chance da República Tcheca no jogo.

Em chute longo, desviado por Köpke para fora.

O tempo regulamentar acaba.

Chega a prorrogação.

Com o tal gol de ouro.

O primeiro ataque é dos tchecos.

Numa investida pela esquerda de Berger.

Chute forte, perigoso, mas para fora.

E então surge o momento para entrar na história.

Aos cinco minutos de prorrogação.

A jogada começa na defesa alemã.

Num lance longo, a bola é jogada próxima à área tcheca.

Na disputa aérea, a bola sobra para Klinssmann.

Que a põe nos pés de Bierhoff, na entrada da área.

O atacante alemão domina, com calma.

Gira, engana a defesa.

Consegue espaço para chutar.

E chuta forte.

Kouba não segura e a bola vai mansamente entrando no gol.

É gol!

É o gol de ouro!

É o gol do título alemão!

O terceiro título da Eurocopa!

Nos pés de Bierhoff.

O gol de ouro decidiu uma competição.

Pela primeira vez na história.

Bierhoff, caído, observa a bola entrar no seu gol de ouro
na Final da Eurocopa de 1996.

Decidiria ainda a Euro 2000, na Holanda.

Seria abolido pela FIFA em 2003.

Foi o último título do futebol alemão.

De para .

Apenas duas Finais, a Alemanha derrotada em ambos.

Na Copa do Mundo, em 2002, para o Brasil.

E na Euro, em 2008, para a Espanha.

O gol de ouro de Bierhoff.

O gol que deu o último título ao futebol alemão.

Ocorreu há exatos 15 anos...

Jürgen Klinssmann ergue a Eurocopa para a Alemanha em 1996.

Ficha do jogo
30 de junho de 1996
Alemanha Ocidental 2 x 1 República Tcheca

Estádio Wembley, Londres, Inglaterra.
Árbitro: Pierluigi Pairetto (Itália).
Público: 73.611 pessoas.

Gols: Berger (República Tcheca), 14 do segundo tempo; Bierhoff (Alemanha), 28 do segundo tempo; Bierhoff (Alemanha), 5 do primeiro tempo da prorrogação (gol de ouro).

Alemanha: Köpke; Sammer, Helmer, Babbel e Strunz; Scholl (Bierhoff), Eilts (Bode), Hässler e Ziege; Kuntz e Klinsmann. Técnico: Berti Vogts.
República Tcheca: Kouba; Rada, Kadlec, Suchoparek e Hornak; Nedved, Bejbl, Nemec e Poborsky (Smicer); Berger e Kuka. Técnico: Dusan Uhrin.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

GP DE MÔNACO, 1996

O GP de Mônaco em 1996 entrou para a história.

Como a prova de Fórmula 1.

Em que o menor número de carros cruzou a linha de chegada.

Vinte e dois pilotos inscreveram-se para a corrida.

Era a sexta prova da temporada.

Damon Hill liderava com 43 pontos.

Havia vencido quatro das cinco provas do ano.

Michael Schumacher, em seu primeiro ano de Ferrari.

27 pontos atrás do britânico.

Fez a sua segunda pole position pela escuderia.

Mais de meio segundo à frente de Damon Hill.

A Ferrari fazia a pole em Mônaco após 17 anos.

A última vez tinha sido com Jody Scheckter, em 1979.

Hora da largada.

Montermini sequer largou.

Na pista molhada, Hill leva a melhor sobre Schumacher.

E tomou a liderança do alemão na primeira curva.

Lamy e Fisichella colidem.

Verstappen roda na primeira curva e bate no muro.

Schumacher sobe numa zebra.

O carro desliza e ele bate no muro lentamente.

Barrichello também abandona na primeira volta.

Já são seis abandonos.

Hill cruza a primeira volta na frente.

Alesi, Berger, Irvine, Frentzen e Coulthard em seguida.

Katayama abandona na segunda volta.

Na volta seguinte, Ricardo Rosset é quem abandona.

No mesmo lugar que Barrichello.

Duas voltas depois é a vez de Pedro Paulo Diniz.

Mais quatro voltas e Gerhard Berger, que estava em segundo.

Sai da prova e apenas doze carros estão na pista.

Olivier Panis, que largara em décimo quarto.

É o antepenúltimo dentre os restantes.

Hill, Alesi, Irvine, Frentzen, Coulthard e Villeneuve.

Estão na zona de pontuação.

Panis consegue ultrapassar Hakkinnen.

Duas voltas depois.

Frentzen leva a pior ao tentar passar Irvine.

Vai para os boxes e volta em penúltimo.

Na volta 24, Panis ultrapassa Johnny Herbert.

A pista começa a secar e Hill abre vantagem sobre Alesi.

Hill, Irvine, Panis e Brundle trocam os pneus.

Passam a usar os de pista seca.

Alesi é o novo líder da prova.

Panis perde apenas duas posições e volta em nono.

Hill passa Alesi duas voltas depois e retorna à liderança.

Martin Brundle abandona a corrida na mesma volta.

Panis se beneficia com o atraso nos pits de quatro pilotos.

Coulthard, Herbert, Villeneuve e Salo.

Demoraram demais para se decidir pela escolha.

Em utilizar o pneu slick.

E o francês passa a ocupar a quarta posição.

Fazendo uma sequência de voltas rápidas com a sua Ligier.

Irvine é pressionado por Panis e acaba batendo.

O irlandês consegue retornar à prova, mas apenas em décimo.

Panis está em terceiro.

Cinco voltas depois Hill abandona.

Seu motor explodiu no túnel.

O piloto britânico foi direto para a chicane após o túnel.

Alesi passa a liderar o GP, seguido por Panis.

Que gira logo após o túnel devido o óleo do motor de Hill.

Mas o francês retorna ainda em segundo lugar.

Dez carros continuam na prova.

Alesi, Panis, Coulthard, Herbert, Villeneuve e Salo.

Estão na zona de pontuação.

Hakkinen, Frentzen, Irvine e Badoer são os outros na prova.

Na volta 54, recomeçam os pit stops.

Eis que Alesi precisa ir duas vezes aos boxes.

Com problemas na suspensão.

Após cravar na volta 59 a melhor volta da corrida.

Alesi cai para a sétima posição e Panis é o novo líder.

Mas a Benetton de Alesi não tem mais conserto.

Alesi e Badoer abandonam a corrida na mesma volta, a 61.

E o GP passa a ter apenas oito carros na pista.

Panis, Coulthard e Herbert são os três primeiros.

Villeneuve abandona na volta 66.

A chuva volta a cair.

Irvine, Hakkinen e Salo rodam.

E colidem uns contra os outros na chuva.

Apenas quatro carros restaram.

A prova está terminando.

Mas ainda dá tempo de Frentzen abandonar.

Apenas três carros cruzam a linha de chegada.

É a volta 75.

Das 78 que estavam programadas.

O tempo limite para uma prova, duas horas.

Havia estourado três voltas antes.

Olivier Panis conquista sua única vitória na Fórmula 1.


Foi a última vitória de um piloto francês na categoria.

A Ligier não vencia desde 1981, com Jacques Laffite.

Esta vitória em Mônaco seria a última da equipe francesa.

Coulthard, em segundo, foi ao pódio pela segunda vez no ano.

Herbert, em terceiro, conquistou seus únicos pontos do ano.

No campeonato, nada mudou.

Os quatro primeiros colocados não pontuaram.

Panis, que tinha um ponto, foi a onze e ficou em quinto.

Terminaria a temporada em nono.

Conquistando apenas mais dois pontos, no GP da Hungria.

Assim como Jean-Pierre Beltoise.

Que teve sua única vitória na Fórmula 1 em Mônaco em 1972.

E Jarno Trulli que também iria obter sua única vitória.

No mesmo circuito em 2004.

A primeira e única vitória de Olivier Panis na Fórmula 1.

Foi debaixo da chuva do Principado de Mônaco.

Há exatos 15 anos!...

terça-feira, 17 de maio de 2011

SCOTT BRAYTON

Scott Brayton Everets nasceu em Coldwater, Michigan, Estados Unidos, em 20 de fevereiro de 1959.

Piloto da Fórmula Indy, disputou a competição em 14 oportunidades, a partir de 1981.

Correndo com os carros desenvolvidos pela empresa de seu pai, a Brayton Engineering, finalizou sua temporada de estreia em 13o. lugar.

Em 1982 foi desqualificado da disputa das 500 milhas de Indianápolis.

Em 1983 terminou em 9o. lugar na edição das 500 milhas de Indianápolis.

Em 1984 terminou a disputa do campeonato da Fórmula Indy apenas na 23a. posição.

Nas 500 milhas de Indinápolis de 1985, após novo abandono em 1984, classificou-se para largar em segundo lugar.

No entanto terminou a corrida apenas na 30o. posição, com problemas no motor de seu carro.

Permaneceria sem finalizar a corrida entre 1986 e 1988, correndo pela Hemelgan, quando, em 1989, terminou em sexto lugar, seu melhor resultado no autódromo.

Correndo pela Simon, termina a disputa da Fórmula Indy em 1989 e 1990 na décima quinta colocação.

Em 1991 classifica-se na décima segunda posição no campeonato da Fórmula Indy, a melhor de sua carreira, voltando ao décimo quinto lugar em 1992 e em 1993, seu último ano de Simon.

A partir de 1994 passa a correr pela Menard, disputando apenas as 500 milhas de Indianápolis e terminando na vigésima posição.

Em 1995 crava a pole position nas 500 milhas de Indianápolis, mas termina a corrida apenas na décima sétima posição.

Em 1996, Brayton repete a pole position em Indianápolis.

Há exatos 15 anos, em 17 de maio de 1996, Scott Brayton estava em Indianápolis fazendo um treinamento prático quando o pneu de seu carro explodiu.

Brayton perdeu o controle do veículo, girou e bateu no muro de proteção a cerca de 370 km/h.

Scott Brayton morreu devido o severo impacto.

Após a morte de Brayton, a organização da Fórmula Indy anunciou um novo troféu para a temporada, dedicado ao piloto que melhor exemplifica a atitude, o espírito e a unidade competitiva de Scott Brayton.

O condutor só pode ser premiado com o troféu uma vez em sua carreira na Indy.

Scott Brayton


domingo, 6 de março de 2011

MAGALHÃES PINTO

José de Magalhães Pinto foi um político brasileiro nascido em Santo Antônio do Monte, Minas Gerais, em 28 de junho de 1909.

Sua vida profissional se iniciou quando tinha 16 anos.

Seu primeiro emprego foi no Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais.

Com 17 anos já era gerente da agência.

Foi presidente da Associação Comercial de Minas Gerais, presidindo a Federação de Comércio daquele Estado.

Em 1943 foi diretor do Banco da Lavoura.

Assinou o "manifesto dos mineiros", sendo afastado por imposição do governo federal.

Em 1944 fundou o Banco Nacional de Minas Gerais.

Conservador, foi fundador também da União Democrática Nacional (UDN).

Foi deputado da Assembleia Constituinte de 1946, renunciando em seguida ao mandato para ocupar o cargo de Secretário de Finanças de Minas Gerais no governo Milton Campos.

Governou o Estado de Minas Gerais de 1961 a 1966, quando criou o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais.

Nesta época, financiou o Ipes e foi um dos principais artífices do Golpe Militar de 1964.

Após o Golpe de 1964, sua fortuna se multiplicou e incorporou mais seis bancos em 1972.

Criou em seguida o Banco Nacional S/A, com sede em Belo Horizonte.

No governo Costa e Silva, foi Ministro das Relações Exteriores, articulador de empréstimos internacionais para o financiamento de obras de infra-estrutura para o desenvolvimento do Brasil, cuja política ficou conhecida como "Diplomacia da Prosperidade".

Em alguns pontos semelhantes à Política Externa Independente (PEI) dos governos Jânio Quadros e João Goulart, divergindo quanto à reformas sociais.

Ciente de que a rivalidade entre os EUA e a URSS modificava as regras da política global, em especial com o agravamento do antagonismo Norte-Sul, propugnava uma aliança com o Terceiro Mundo, com o objetivo de modificar a sua participação no sistema internacional.

Nesse período o Brasil passa a compor o recém criado Grupo dos 77, além de se recusar em assinar o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP).

Foi grande financiador de empreiteiros de obras públicas na época do Milagre Brasileiro.

Foi duas vezes deputado federal por Minas Gerais e senador entre 1971 e 1979, presidindo o senado entre 1975 e 1977.

Deixou a política em 1985, por motivo de doença.

Magalhães Pinto faleceu há exatos 15 anos, em 6 de março de 1996, na cidade do Rio de Janeiro.

José de Magalhães Pinto