James Benson Irwin nasceu em 17 de março de 1930, em Pittsburg, nos Estados Unidos.
Astronauta norte-americano, tripulante da missão Apollo 15, James Irwin foi o oitavo homem a andar na superfície da Lua e o primeiro a dirigir um jipe lunar, em sua única missão no espaço.
James Irwin, David Scott e Alfred Worden permaneceram três dias explorando a superfície da Lua, em 1971, a bordo do jipe.
James Irwin explorando a superfície lunar
durante a missão Apollo 15, em 1971.
Irwin, de todos os homens que pousaram na Lua, foi o mais afetado em termos religiosos pelo feito, passando a pregar como sua experiência no espaço o havia feito sentir mais verdadeiramente a presença de Deus no mundo real e aumentando sua fé no Cristianismo.
"Quando estava na Lua, lembrava-me especialmente do Salmo 121: "Elevo os meus olhos para os montes; de onde vem o meu socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra" (Sl 121:1-2).
Após deixar a NASA e a Força Aérea americana em 1972, Irwin fundou a missão cristã High Flight, e chegou a comandar várias expedições ao Monte Ararat, na Turquia, na esperança de descobrir os restos da Arca de Noé, buscas que resultaram infrutíferas.
Na verdade, estas expedições não foram provocadas apenas por uma profissão de fé, mas também pelo fato de que satélites americanos, que fotografavam o território turco do espaço, assinalaram a presença de objetos estranhos perto do cume do Monte Ararat, que nas fotos da órbita terrestre pareciam ser restos de longas toras chatas e curvas de madeira, como as usadas na confecção de antigas embarcações.
Esta área da Turquia, há apenas alguns quilômetros das fronteiras da então União Soviética e do Irã, era fechada a estrangeiros e à própria população civil turca durante certo período da chamada Guerra Fria, e apenas Irwin e seu grupo tiveram uma permissão especial do governo turco para as pesquisas arqueológicas na região.
Na última destas expedições, ele feriu-se seriamente escalando a montanha e teve que ser carregado ferido de volta aos Estados Unidos.
James Irwin morreu há exatos 20 anos, em 8 de agosto de 1991, vítima de um ataque cardíaco em Glenwood Springs, no Colorado, deixando esposa e cinco filhos.
Soichiro Honda foi um engenheiro, industrial e magnata japonês nascido em 17 de novembro de 1906, na cidade de Hamamatsu, em Shizuoka.
Filho de um ferreiro, era uma criança curiosa, que desde muito cedo observava os motores, encantado com seus barulhos e segredos.
Aos oito anos, já havia construido uma bicicleta e, aos treze, já tinha uma série de pequenas "invenções".
Aos dezesseis anos, Honda vai para Tóquio como aprendiz numa oficina mecânica, e, poucos anos mais tarde, volta para Hamamatsu e abre a sua própria oficina.
Aos vinte e cinco anos, sua oficina já havia crescido e se tornado muito lucrativa.
Honda pôde começar a sua vida excêntrica, construindo um barco de corrida, e um carro muito potente, com motor de avião American Curtiss Wright.
Já aos trinta anos, decide fabricar peças ao invés de consertá-las, e começa a fabricar anéis para pistões.
Durante a Segunda Guerra Mundial, começou a produzir hélices para a Força Aérea Japonesa.
Logo após a rendição japonesa, Honda vende sua fábrica para a Toyota, que era cliente de seus anéis.
Mas, ainda ambicioso e predestinado, em outubro de 1946 cria o Instituto de Pesquisas Técnicas Honda, no centro de Hamamatsu.
O Japão pós-guerra estava caótico e um dos maiores problemas era o transporte.
Com o racionamento de combustível e trens lotados, Honda pensa pela primeira vez nas motocicletas.
Comprou então um lote de motores usados para geradores, e com sua capacidade criativa, os adaptou em bicicletas.
Logo estava vendendo os primeiros ciclomotores.
O primeiro lote de 500 motores arrematados foram vendos rapidamente, e Honda começou a projetar seu próprio motor.
Era um motor de cinquenta cilindradas com potência de meio cavalo.
O sucesso de vendas foi tanto que, em setembro de 1948, era fundada a Honda Motor Company.
O primeiro ciclomotor Honda era de noventa cilindradas, conhecido como Chaminé, pois a mistura combustível era rica em terebentina devido ao racionamento de gasolina, e fazia muita fumaça.
Mas Honda queria algo mais.
Após vários protótipos, em 1949 nasce a primeira motocicleta Honda, com noventa e oito cilindradas, três cavalos de potência, que seria chamada muito apropriadamente de Dream (sonho).
A Honda Motor Company tornou-se a maior empresa de motocicletas já vista até hoje e símbolo do milagre econômico japonês.
Soichiro Honda e uma de suas motos nos anos 60.
Soichiro Honda partiu para a conquista do mercado mundial, vendendo máquinas elegantes para pessoas que antes as consideravam barulhentas.
Sua competência, dinamismo e genialidade fizeram da Honda a maior indústria motociclística do mundo.
Algum tempo depois dedicou-se também aos automóveis.
Soichiro Honda parecia nunca estar satisfeito, sempre incentivando as pesquisas e levando a Honda a participar de competições de motos e carros, invariavelmente, com incrível sucesso.
Soichiro Honda não só fundou a maior empresa de motocicletas, mas principalmente popularizou o motociclismo e introduziu um alto nível de tecnologia e confiabilidade em veículos de duas rodas.
Soichiro Honda permaneceu na presidência da empresa até a sua aposentadoria, ocorrida em 1973.
A partir de então passou a membro do Conselho de Administração da Honda.
Soichiro Honda faleceu em há exatos 20 anos, em 5 de agosto de 1991, aos 84 anos, vítima de insuficiência hepática.
No final de 1999, Soichiro Honda foi eleito por jornalistas do mundo inteiro, o Motociclista do Século.
O Ji-Paraná Futebol Clube é um clube de futebol sediado na cidade de Ji-Paraná, no estado de Rondônia, fundado há exatos 20 anos, em 22 de abril de 1991.
Suas cores são azul e branco e sua mascote é o galo.
Disputa seus jogos no Estádio Municipal José de Abreu Bianco, com capacidade para cerca de 5.000 torcedores.
É o maior vencedor do campeonato estadual após a adoção do profissionalismo em Rondônia, no ano de 1991.
Logo em seus dois primeiros anos de existência, o Ji-Paraná conquistou o Bi-Campeonato Rondoniense, vencendo na Final o Ferroviário de Porto Velho em 1991 e o Grêmio de Espigão d'Oeste em 1992.
Em 1992 estreia em competições nacionais, disputando a Série C do Campeonato Brasileiro, sendo eliminado na primeira fase pelo Nacional de Manaus.
Neste mesmo ano o Ji-Paraná disputou a Copa do Brasil, eliminado na primeira fase pelo Grêmio.
Ji-Paraná Campeão Rondoniense em 1991.
Ji-Paraná Bi-Campeão Rondoniense em 1992.
Em 1993 fica em terceiro lugar no Campeonato Rondoniense e é eliminado na primeira fase da Copa do Brasil ao perder as duas partidas para o Internacional de Porto Alegre por sonoras goleadas (6 a 0 e 9 a 1).
Em 1994 chega ao vice-campeonato rondoniense mas não disputa competições nacionais.
Em 1995 volta a conquistar o Campeonato Rondoniense e disputa a Série C do Campeonato Brasileiro, onde chega até as quartas-de-final, sendo eliminado pelo Atlético-GO.
Ji-Paraná Campeão Rondoniense em 1995.
Em 1996 chega ao bi-campeonato rondoniense.
Ji-Paraná Bi-Campeão Rondoniense em 1996.
Na Copa do Brasil, é eliminado na Fase Preliminar, pelo Atlético-PR.
No Campeonato Brasileiro da Série C, chega até as oitavas-de-final, eliminado pelo Nacional de Manaus.
Em 1997 conquista o tri-campeonato de Rondônia, mas é eliminado na primeira fase da Copa do Brasil, pelo Botafogo-RJ.
Ji-Paraná Tri-Campeão Rondoniense em 1997.
Nesse mesmo ano disputa a Copa Norte e termina a disputa em terceiro lugar.
Na Série C do Campeonato Brasileiro, vai até as quartas-de-final, eliminado pelo Juventus-SP.
Em 1998 chega ao tetra-campeonato rondoniense.
Ji-Paraná Tetra-Campeão Rondoniense em 1998.
Novamente é eliminado na primeira fase da Copa do Brasil, pelo América-MG.
Nesse ano nenhum clube de Rondônia disputa o Campeonato Brasileiro da Série C.
Em 1999 levanta o penta-campeonato rondoniense.
Ji-Paraná Penta-Campeão Rondoniense em 1999.
Mais uma vez não passa da primeira fase na Copa do Brasil, eliminado pelo Vasco da Gama-RJ.
Na Série C do Brasileirão, é eliminado na primeira fase.
Em 2000 desiste de disputar o Campeonato Rondoniense, perdendo a oportunidade de chegar ao hexa-campeonato.
O clube também não disputa o Brasileiro da Série C e joga apenas a Copa do Brasil, chegando à segunda fase pela primeira vez, ao eliminar o Vasco-AC e ser eliminado pelo Bahia.
Em 2001 volta a conquistar o Campeonato Rondoniense, mas não disputa competições nacionais.
Ji-Paraná Campeão Rondoniense em 2001.
Em 2002 termina o Campeonato Rondoniense na terceira colocação, é eliminado na primeira fase da Copa do Brasil, pelo Santos, e da Série C do Campeonato Brasileiro.
Disputa também a Copa Norte, obtendo a terceira colocação.
Em 2003 é eliminado nas semifinais do Campeonato Rondoniense e não disputa competições nacionais.
Em 2004 chega ao vice-campeonato rondoniense e disputa o Campeonato Brasileiro da Série C mas perde todos os jogos e é eliminado na primeira fase.
Em 2005 chega novamente ao vice-campeonato rondoniense, perdendo a Final para o Vilhena.
Disputa nesse mesmo ano pela última vez o Campeonato Brasileiro da Série C, sendo eliminado na primeira fase.
Em 2006 é eliminado nas semifinais do Campeonato Rondoniense.
Em 2007 o Ji-Paraná desempenha péssima campanha no Campeonato Rondoniense, vencendo apenas uma das doze partidas disputadas e é rebaixado para a Segunda Divisão.
Equipe do Ji-Paraná em sua última participação
no Campeonato Rondoniense, em 2007.
Nesse mesmo ano o clube criou o Departamento de Futebol de Salão.
Em 2008 o clube disputa a Segunda Divisão do Campeonato Rondoniense mas não consegue o acesso.
Em 2009, durante a disputa da Segunda Divisão, o clube é punido com a proibição da disputa de campeonatos durante dois anos pela Federação Rondoniense, por não ter viajado a Porto Velho disputar a partida Final contra o Moto Clube, apesar de o clube já haver garantido o retorno à Primeira Divisão.
Com a punição, o Ji-Paraná não disputou competições em 2010 e não deverá disputar competições em 2011.
Embora esteja atualmente fora da disputa das competições profissionais, o Ji-Paraná Futebol Clube transformou-se numa das mais tradicionais entidades futebolísticas do Estado de Rondônia.
Entre outros destaques, é o clube com maior número de troféus do Campeonato Rondoniense na era profissional (oito títulos), além de ser o clube do Estado que mais vezes disputou competições nacionais (oito vezes a Copa do Brasil e oito vezes o Campeonato Brasileiro da Série C).
Parabéns ao Ji-Paraná Futebol Clube pelos 20 anos de existência!...
O Sport Club Corinthians Alagoano foi fundado há exatos 20 anos, em 4 de abril de 1991.
Sediado na cidade de Maceió, Alagoas, suas cores são branco, preto e vermelho.
O objetivo principal do clube é a descoberta de jogadores jovens e talentosos, projetando-os em seguida para o futebol nacional e internacional.
Em 1995 o clube participou do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão, sagrando-se campeão invicto.
Após a conquista, o Corinthians abriu mão da vaga na disputa da Primeira Divisão, para tornar-se novamente campeão alagoano invicto da Segunda Divisão em 1997.
Desde 1998 disputa a Primeira Divisão do Campeonato Alagoano.
Em 2000 classifica-se para a disputa do Módulo Verde da Copa João Havelange, correspondente à Série C do Campeonato Brasileiro, quando chega à Segunda Fase.
Entre 2001 e 2004 participa seguidamente da Série C do Campeonato Brasileiro, embora sem conseguir desempenhar grandes campanhas.
Em 2003 participa pela primeira vez da Copa do Brasil e é eliminado na primeira fase pelo Flamengo-PI.
Em 2004 chega à conquista do Campeonato Alagoano ao vencer o Coruripe na Final por 2 a 0.
Equipe do Corinthians campeão alagoano de 2004.
Em 2005 participa da Copa do Brasil mas é eliminado logo na primeira partida pelo São Caetano-SP.
Em 2007 chega ao vice-campeonato alagoano, o que lhe garante o direito de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, mas o clube desiste.
Em 2008 disputa a Copa do Brasil e chega até as quartas-de-final, eliminando Atlético-PR, Paranavaí e Juventude-RS, caindo frente o Vasco da Gama.
Em 2009 chega novamente ao vice-campeonato alagoano e classifica-se para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro e mais uma vez o clube desiste.
Em 2010 disputa pela quarta vez a Copa do Brasil e é eliminado na primeira fase pelo Vitória-BA.
Atualmente o Corinthians disputa o Campeonato Alagoano.
Seu estádio é o Nelson Feijó, com capacidade para cerca de 5.000 espectadores.
O atual presidente do clube é Eurico Beltrão e o treinador, Roberval Davino.
Parabéns ao Tricolor da Via Expressa pelos seus 20 anos!...
Ely do Amparo nasceu em Paracambi, Rio de Janeiro, em 14 de maio de 1921.
Começou a carreira de jogador de futebol atuando pelo América do Rio em 1939.
No ano seguinte passou a atuar pelo Canto do Rio, de Niterói.
Era o capitão do time quando foi escolhido pelo treinador Ondino Viera como um dos primeiros integrantes da equipe reformulada que estava construindo no Vasco da Gama.
Em São Januário, para onde se transferiu em 1943, brilhou por longos e inesquecíveis anos.
Ely dividia a liderança do time com Augusto, que era o capitão.
Comprido, parrudo, de pernas longas, Ely do Amparo foi talvez o primeiro "Xerife" do futebol brasileiro, tanto pelo Vasco quanto pela Seleção Brasileira.
Valente, vigoroso, disciplinado, exemplo de atleta, foi Campeão Carioca pela primeira vez em 1945.
Vasco da Gama campeão carioca em 1945.
Ely é o segundo em pé da esquerda para a direita.
Fazendo parte da equipe vascaína conhecida como "Expresso da Vitória", voltou a vencer o Campeonato Carioca em 1947.
Vasco da Gama campeão carioca em 1947.
Ely é o primeiro em pé da esquerda para a direita.
No ano seguinte fez parte do elenco vascaíno Campeão Sul-Americano de Clubes no Chile.
Vasco da Gama campeão sul-americano em 1948.
Ely é o último em pé da esquerda para a direita.
Em 1949 foi convocado para a disputa do Campeonato Sul-Americano de Seleções disputado aqui no Brasil.
Fez sua estreia pela Seleção Brasileira no mesmo jogo de estreia do Brasil na competição, goleada de 9 a 1 sobre o Equador, em São Januário.
O Brasil terminou campeão da competição após golear o Paraguai por 7 a 0.
Seleção Brasileira campeã sul-americana em 1949.
Ely é o primeiro em pé da esquerda para a direita.
Ainda em 1949, conquistou pela terceira vez o Campeonato Carioca vestindo a camisa do Vasco da Gama.
Vasco da Gama campeão carioca em 1949.
Ely é o último à direita na segunda fila, ajoelhado.
Em 1950 voltou a integrar o elenco da Seleção Brasileira, para a disputa da Copa do Mundo.
Entrou em campo no jogo de estreia, no Maracanã, goleada contra o México por 4 a 0.
Seleção Brasileira na estreia da Copa do Mundo de 1950.
Ely é o primeiro em pé à esquerda, com a bola.
Foi mais uma vez Campeão Carioca em 1950.
Vasco da Gama campeão carioca em 1950.
Ely é o último jogador em pé à direita.
Em 1952 venceria pela quinta e última vez o Campeonato Carioca.
Vasco da Gama campeão carioca em 1952.
Ely é o último jogador em pé à direita.
Também em 1952 conquistou o Campeonato Pan-Americano pela Seleção Brasileira no Chile.
Seleção Brasileira campeã pan-americana em 1952.
Ely é o segundo jogador em pé da esquerda para a direita.
Em 1953 disputa o Campeonato Sul-Americano pela Seleção Brasileira no Peru e sagra-se vice-campeão.
Seleção Brasileira em preparação para a Copa do Mundo de 1954.
Ely é o segundo jogador em pé da esquerda para a direita.
Em 1954 foi convocado para a disputa da Copa do Mundo na Suíça.
Jogou ao todo pela Seleção Brasileira dezenove partidas, não tendo marcado gols.
Em 1955, após doze anos vestindo a camisa do Vasco da Gama, transferiu-se para o Sport Club do Recife, clube pelo qual sagrou-se Campeão Pernambucano naquele ano.
Sport Club do Recife campeão pernambucano em 1955.
Ely é o quarto jogador em pé da esquerda para a direita.
Encerrou a carreira no clube rubro-negro, já no início de 1956.
O Vasco abriu suas portas novamente para Ely, que foi funcionário do clube por longos anos exercendo varias funções: técnico, auxiliar-técnico e preparador de goleiros.
Sempre foi homem de confiança de treinadores que passaram pelo Vasco, entre eles o elegante e finíssimo Zezé Moreira.
Juntos conquistaram o Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro e a Taça Guanabara em 1965 e o Torneio Rio-São Paulo em 1966.
Ely do Amparo morreu no Rio de Janeiro, há exatos 20 anos, em 9 de março de 1991.
José Abdias de Farias nasceu em Taperoá, Paraíba, em 13 de outubro de 1933.
Acordeonista, cantor, compositor e produtor musical brasileiro, ficou conhecido apenas como Abdias.
Recebeu seus primeiros ensinamentos de toque na sanfona de 8 baixos, sua marca, ainda criança.
Com 12 anos, tocando acordeon, ingressou como solista na Radio Difusora de Alagoas, local onde conheceu Marinês, sua futura esposa e parceira na música.
Quando tocavam em Propriá, Sergipe, a dupla foi vista por Luiz Gonzaga, que, na ocasião, convidou-os para integrarem sua comitiva.
Marinês, Luiz Gonzaga e Abdias.
Por insistência de Marinês, que já fazia sucesso com o grupo Marinês e Sua Gente, no qual Abdias fazia parte, este resolveu seguir carreira solo com a sanfona de 8 baixos.
Em 1960, pela Columbia, Abdias gravou seu primeiro disco de 78 rotações contendo, de sua autoria, "Quadrilha no arraiá", e, de Ari Monteiro, "Roedeira dor do amor".
No mesmo ano lançou seu primeiro LP, "Abdias no forró".
"Abdias no forró", primeiro LP de Abdias.
Como produtor, atuou junto do Trio Nordestino, de Jackson do Pandeiro e de Marinês e Sua Gente.
Abdias morreu há exatos 20 anos, em 3 de março de 1991.