quinta-feira, 7 de abril de 2011

CLUBE NÁUTICO CAPIBARIBE

O Clube Náutico Capibaribe foi fundado há exatos 110 anos, em 07 de abril de 1901.

Clube desportivo brasileiro da cidade do Recife fundado exclusivamente para a disputa de competições náuticas, teve seu primeiro time de futebol formado por ingleses e alemães.

As cores do clube, presentes no escudo e bandeira oficial, são o vermelho e o branco.

Um dos mais antigos e tradicionais clubes do Brasil, é considerado o clube das colônias inglesa e alemã no Recife, apesar de também ter sido adotado pelos holandeses, franceses, italianos, portugueses e espanhóis da cidade, daí o fato do Náutico ficar conhecido primeiramente como "clube dos ricos" e "clube aristocrático", o que até hoje se manifesta pelo fato de ter a grande maioria da elite do estado como parte importante de sua torcida.

Não obstante, com os títulos e glórias conquistados a partir dos anos 60, considerada a década de ouro do clube, o Náutico começou a receber adesão cada vez mais forte das classes populares do Recife e do estado, tendo hoje uma torcida bastante popular e diversificada.

No futebol, esporte em que é mais ativo atualmente, o Náutico possui 21 títulos de Campeão Estadual.

É campeão do Torneio dos Campeões do Norte-Nordeste (1952), três vezes Campeão do Norte (1965, 1966 e 1967) e vice-campeão da Taça Brasil (1967), recentemente reconhecido como Campeonato Brasileiro, o que lhe rendeu uma participação pioneira na Copa Libertadores da América em 1968.

É o único clube hexacampeão pernambucano, além de ter conquistado, em 1951, o título de campeão no seu cinquentenário e, em 2001, o de campeão no ano do seu centenário, o único em seu Estado.

O Clube Náutico Capibaribe é proprietário do Estádio Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Estádio dos Aflitos, por localizar-se no bairro dos Aflitos.

A capacidade da praça de esportes atualmente é de 20.000 espectadores sentados.

Também lhe pertence o CT Senador Wilson Campos, situado no bairro da Guabiraba, no Recife, que possui 49 hectares e conta com quatro campos oficiais e dois campos de futebol de dimensão reduzida, área para administração, vestiários, alojamentos, etc.

O clube tem uma rivalidade histórica com o Sport Club do Recife, com quem faz o clássico mais antigo e de maior rivalidade do Estado, intitulado de "Clássico dos Clássicos", também chamado de "Derby Pernambucano", sendo este o terceiro clássico mais antigo do Brasil.

Mantém ainda rivalidade com o Santa Cruz Futebol Clube, donde o confronto é conhecido como "Clássico das Emoções".

Apesar de a data oficial de fundação ser 7 de abril de 1901, já se falava no Clube Náutico Capibaribe desde o século anterior, quando dois grupos rivais de remadores recifenses se uniram.

No início de tudo, em 1897, um grupo de rapazes amantes do remo, comandados por João Victor da Cruz Alfarra, alugava barcos da antiga Lingueta, saindo em pequenas excursões até a antiga Casa de Banhos, nos arrecifes.

Antigo cais da Lingueta, Recife, no fim do século XIX.

Após terminada a Revolta dos Canudos, as tropas pernambucanas comandadas pelo general Artur Costa foram recebidas pelos recifenses com uma vasta programação.

João Alfarra e alguns dos seus companheiros de regatas pelo Capibaribe foram encarregados de preparar a parte náutica da recepção, e ficou marcada uma grande regata para o dia 21 de novembro de 1897.

Essa competição despertou o interesse dos recifenses, que sentiram a necessidade de fazer outras promoções do gênero.

O remo começou a ganhar novos adeptos e, no ano seguinte, empregados dos armazéns das ruas Duque de Caxias e Rangel formaram uma agremiação, à qual deram o nome de Clube dos Pimpões.

Os componentes do outro grupo, o que tinha brilhado na regata da recepção às tropas de Canudos, animaram-se e houve uma série de combates entre as duas turmas, em 1898, na Casa de Banhos.

No final de 1898, ficou acordada a fundação de uma outra sociedade, que congregaria os dois grupos antes mencionados: o Clube Náutico Capibaribe.

Em fins de 1899, por decisão dos seus dirigentes, o clube passou por um processo de reorganização, mas manteve a fidelidade aos esportes náuticos.

Nessa ocasião, seu nome foi mudado para Recreio Fluvial.

Mas a nova denominação não foi do agrado de todos, resultando que, no início de 1901, foi restaurado o nome anterior – Clube Náutico Capibaribe.

Em 7 de abril de 1901, João Alfarra convocou todos os ligados ao remo para uma solenidade na qual seria lavrada e registrada a primeira ata da agremiação, data que ficou reconhecida oficialmente como a fundação do clube.

O documento histórico recebeu a assinatura de todos os presentes - Antônio Dias Ferreira, presidente da reunião, Piragibe Haghissé, secretário, e João Victor da Cruz Alfarra, líder do grupo e pai da ideia.


Remadores do Clube Náutico Capibaribe no início do século XX.

O futebol começou a aparecer no Estado de Pernambuco em 1905, com a fundação do Sport Club do Recife.

No Jornal Pequeno de 12 de maio de 1909 encontra-se a primeira referência ao futebol do Náutico.

"Consta-nos que os rapazes do Náutico tratam de formar um eleven para bater-se com os do Sport Club".

A 21 de junho de 1909, o mesmo jornal publicou o seguinte texto.

"Houve ontem no magnífico ground do Derby o primeiro match-training dos estimados rapazes do Club Náutico. Às 5 horas da manhã lá estavam já todos os moços que deviam tomar parte no jogo, alegres e prontos para entrar em combate. Foram logo designados os lugares dos jogadores que tomaram lugar no match-training e dado início ao jogo. Pertencem a este team os arrojados foot-ballers: R. Maunsell, Hermann Ledebour, João Drayer e Artur Ludgren. Os ensaios terminaram pouco depois das 8 horas da manhã, deixando a melhor impressão ao sr. R. Maunsell, instructor dos moços. Serviu referee o senhor Hermann Ledebour. Damos parabéns aos rapazes do Náutico pelo bonito começo no foot-ball".

As atividades do Náutico, entretanto, limitavam-se aos domingos, no campo de Santana ou na campina do Derby.

Nessa época, o Náutico ficou conhecido como "Clube dos Brancos", por não permitir negros e mestiços vestindo sua camisa - fato que, assim como em outros clubes brasileiros de origem aristocrática, seria totalmente abolido anos depois.

O Náutico disputou sua primeira partida de futebol em 25 de julho de 1909, no campo do British Club, derrotando o Sport Club do Recife pela contagem de 3 a 1.

Equipe de futebol do Clube Náutico Capibaribe em 1910.

Em 1914, foi criada a Liga Recifense de Futebol, mas o Náutico não fez parte dela.

Em 1915, porém, sentiu-se a necessidade de criar uma nova entidade para orientar o futebol da cidade.

Foi fundada dessa maneira a Liga Sportiva Pernambucana, à qual o Náutico se filiou.

Ainda em 1915 foi disputado o primeiro Campeonato Pernambucano de Futebol, do qual Náutico e Sport não participaram.

O Sport Club Flamengo foi o vencedor do certame, sagrando-se o Santa Cruz vice-campeão.

O Náutico disputa pela primeira vez o Campeonato Pernambucano em 1916, não deixando de participar de nenhuma edição desde então.

Em 1918 enfrenta pela primeira vez o rival Santa Cruz.

O jogo termina empatado em 1 a 1.

Equipe do Náutico em 1919.

O clube manteve-se amador e desempenhou campanhas modestas nas primeiras edições do Campeonato Pernambucano.

Em 1926 sagra-se vice-campeão pela primeira vez.

Chega novamente ao vice-campeonato em 1931.

Em 1934 conquista pela primeira vez o título estadual ao vencer o Santa Cruz no campo da Av. Malaquias por 2 a 1.

Fernando Carvalheira é o primeiro jogador alvirrubro a terminar o certame como artilheiro, com 28 gols, feito repetido no ano seguinte, quando Carvalheira chegou à marca de 31 gols.

Náutico Campeão Pernambucano em 1934.
Da esquerda para a direita: Edson, Estácio, Taurino,
Osvaldo Salsa, Fernando, Salsinha, João Manuel, Artur,
Zezé, Rafael e Epaminondas.

Foi também em 1934 que o Náutico adotou o timbu como seu mascote.

O timbu é um marsupial brasileiro muito encontrado na Zona da Mata de Pernambuco e sua escolha como mascote ocorreu em 19 de agosto de 1934, durante um jogo Náutico x América, no campo da Jaqueira.

No intervalo, em virtude da chuva e da falta de condições no vestiário, o técnico alvirrubro preferiu conversar com os jogadores no centro do gramado.

Um dirigente do Náutico levou para os jogadores uma garrafa de conhaque e pediu que eles bebessem um gole para suportar o frio.

Com isso, a torcida adversária gritava "Timbus! Timbus!" para provocar os jogadores alvirrubros, pois o animal aprecia muito a bebida alcoólica.

O Náutico venceu o América por 3 a 1.

Quando os jogadores do Náutico saíram de campo, foram perturbar a torcida adversária, gritando "Timbu, 3 a 1".

O Timbu, mascote do Clube Náutico Capibaribe.

Em 1939 chega mais uma vez ao título ao bater o Santa Cruz na última partida por 1 a 0.

Náutico Campeão Pernambucano em 1939.

Nesse mesmo ano inaugura o Estádio dos Aflitos, numa vitória sobre o Sport por 5 a 2, sendo o alvirrubro Wilson o primeiro jogador a balançar as redes do estádio.

Sagra-se vice-campeão pernambucano em 1942 (Wilson terminou o campeonato como artilheiro, com 16 gols) e 1944, chegando mais uma vez ao título em 1945, derrotando o América no último jogo (2 a 0).

Náutico Campeão Pernambucano em 1945.
Em pé: Amaro China, Délcio Periquito, Célio, Zeca, Sabino,
Sá Leitão, Mário Ramos, Palito e Gilberto Carvalho.
Agachados: Plínio, Edvaldo, Luizinho, Tará, Genival,
Luiz, Hilton, Hermenegildo e Mitotônio.

Também em 1945, o Náutico aplicou a maior goleada de sua história, ao vencer o Sport Club Flamengo por 21 a 3.

O alvirrubro Tará, autor de nove tentos nesta partida, terminou o certame como artilheiro, com 28 gols.

Em 1946 desiste de disputar a Final contra o Santa Cruz e perde o campeonato por WO.

A partir dos anos 50 o clube passa a dedicar maior atenção às disputas do futebol.

Chega mais uma vez à Final do Campeonato Pernambucano em 1950, derrotando o América no último jogo por 3 a 2.

Nesse ano o Náutico ficou conhecido como o "Campeão do Ano Santo" e iniciou uma sequência de três títulos estaduais, coroada com as conquistas de 1951 (ano do seu cinquentenário, batendo pela primeira vez o Sport numa Final, por 1 a 0) e 1952 (novamente vencendo o Sport no último jogo, por 2 a 0).

Náutico Campeão Pernambucano em 1950.
Em pé: Sidinho, Vicente, Lula, Dico, Gilberto e Jaminho.
Agachados: Fernandinho, Ivanildo, Bororó, Amorim e Zeca.

Náutico Bi-Campeão Pernambucano em 1951.
Em pé: Ivanildo, Caiçara, Lula, Vicente, Gilberto e Jaminho.
Agachados: Carmelo, Fernandinho, Djalma, Hélio Mota e Zeca.

Náutico Tri-Campeão Pernambucano em 1952.
Em pé: Caiçara, Manuelzinho, Lula, Gilberto, Irani e Jaminho.
Agachados: Hélio, Ivanildo, Ivson, Marcos e Wilton.

Em 1950 e 1951 o clube também consagra o artilheiro do Campeonato Pernambucano (Amorim em 1950, com 14 gols e Fernandinho em 1951, com 11 gols).

Em 1952 o clube vence o Torneio dos Campeões do Norte-Nordeste, onde participaram os campeões estaduais de 1951 de Alagoas (CRB), Bahia (Ypiranga), Ceará (Ceará), Pará (Tuna Luso), Paraíba (Treze), Pernambuco (Náutico), Rio Grande do Norte (América) e Sergipe (Confiança).

Na Final, o Náutico bateu a Tuna Luso por 5 a 1.

Em 1954 o Náutico chega mais uma vez ao título pernambucano após empatar com o Sport no último jogo por 1 a 1.

Este ano o Náutico ficou conhecido como o Campeão do Tri-centenário da Restauração Pernambucana, uma vez que se comemorava os 300 anos da expulsão dos holandeses do território pernambucano.

Em 1953 e 1954 o Náutico consagrou o centroavante Ivson como artilheiro do Pernambucano, ambas as ocasiões com 16 gols.

Náutico Campeão Pernambucano em 1954.
Em pé: Gilberto, Cuíca, Jaminho, Manuelzinho, Lula e Gago.
Agachados: Ivanildo, Hamilton, Ivson, Rubinho e Jorginho.

O Náutico chegaria à Final do Campeonato Pernambucano em 1955 e 1956, perdendo o título em ambas oportunidades para o eterno rival Sport.

Em 1958 e 1959, novamente vice-campeão, perdendo o título para Sport e Santa Cruz, respectivamente.

Em 1959, Geraldo José seria o artilheiro do campeonato, com 17 gols.

O Náutico voltaria a sagrar-se campeão pernambucano em 1960, batendo o Santa Cruz nos dois jogos da Final (1 a 0 e 2 a 1).

Náutico Campeão Pernambucano em 1960.
Em pé: Nancildo, Valdemar, Carlos Sas, Givaldo e Helmilton.
Agachados: Paulinho, Tião, Aguinaldo, China, Geraldo e Fernando.

Em 1961 sagraria-se vice-campeão ao perder a Final para o Sport.

Nesse mesmo ano estreia na Taça Brasil, conquistando a 4a. colocação.

O tempo e a história encarregar-se-iam de provar que aquela decisão de dedicar-se com mais interesse ao futebol havia sido uma decisão sábia.

Náutico, clube laureado nas regatas dos primeiros tempos, seria, com o passar dos anos, vitorioso também no futebol - pioneiro em Pernambuco em jogos pelo exterior, primeiro tetra, primeiro penta, e primeiro e exclusivo hexacampeão pernambucano entre 1963 e 1968.

O primeiro título da série histórica, em 1963, foi conquistado após o Náutico bater o Sport por duas vezes na Final (3 a 2 e 4 a 2).

China e Rinaldo, ambos do Náutico, dividiram a artilharia deste campeonato com 18 gols.

Náutico Campeão Pernambucano em 1963.
Em pé: Zequinha, Valdemar, Zé Luiz, Evandro, Gilson e Clóvis.
Agachados: Nado, Bita, China, Ivan Brondi e Rinaldo.

Neste mesmo ano o Náutico inicia uma sequência de 85 jogos sem ser derrotado no Estádio dos Aflitos em jogos do Campeonato Pernambucano.

Em 1964, o Náutico chega ao bi-campeonato de forma invicta, batendo o Sport em sua última partida por 2 a 1.

Bita é pela primeira vez artilheiro do Campeonato Pernambucano, com 24 gols.

Náutico Bi-Campeão Pernambucano em 1964.
Em pé: German, Zequinha, Salomão, Lula, Clóvis e Coronel.
Agachados: Nado, Bita, China, Ivan Brondi e Rinaldo.

Também em 1964 participa pela segunda vez da Taça Brasil, classificando-se em sétimo lugar, sendo eliminado pelo Ceará.

Nesse mesmo ano o clube vence o Torneio Centenário de Campina Grande, do qual participaram, além do Náutico, o Botafogo-PB, Campinense, Treze, Confiança-SE, CRB, Fortaleza e Olaria.

Ainda em 1964 o Náutico consegue uma sequência fantástica de 18 vitórias consecutivas, entre 31 de maio e 20 de setembro.

Em 1965, sagra-se tri-campeão pernambucano, mais uma vez batendo o Sport duas vezes na Final (2 a 0 e 2 a 0).

O centroavante alvirrubro Bita sagrou-se mais uma vez artilheiro do torneio, desta vez com 22 gols.

Náutico Tri-Campeão Pernambucano em 1965.
Em pé: Gena, Lula, Mauro, Didica, Gilson e Clóvis.
Agachados: Nado, Bita, Nino, Ivan Brondi e Lala.

Nesse mesmo ano vence a Copa Norte e chega até as Semifinais da Taça Brasil, perdendo a vaga na Final da competição para o Vasco da Gama.

Bita também sagrou-se artilheiro da Taça Brasil em 1965, com 9 gols marcados.

Em 1966 conquista o inédito tetra-campeonato pernambucano, batendo o Sport novamente na Final, desta vez estabelecendo a maior goleada numa Final de Campeonato Pernambucano (Náutico 5 x 1 Sport, em 21/12/1966).

Bita é pela terceira vez consecutiva artilheiro do Campeonato Pernambucano, novamente com 22 gols.

Até hoje o alvirrubro é o único atleta a ser três vezes consecutivas artilheiro do Campeonato Pernambucano pelo mesmo clube.

Náutico Tetra-Campeão Pernambucano em 1966.
Em pé: Gena, Mauro, Fraga, Clóvis, Lala e Lula.
Agachados: Miruca, Aloísio, Bita, Ivan Brondi e Nino.

Também em 1966 o clube vence pela segunda vez consecutiva a Copa Norte e chega novamente às Semifinais da Taça Brasil, perdendo a vaga na Final apenas no jogo extra contra o Santos de Pelé.

Nessa disputa pela Semifinal, o Náutico chegou a bater o Santos no Pacaembu por 5 a 3Bita marcando quatro gols nesta partida.

Bita, aliás, sagrou-se novamente artilheiro da Taça Brasil, desta vez marcando ao todo 10 gols, ao lado do santista Toninho.

Ainda em 1966 o Náutico sagrou-se Campeão da Copa dos Campeões do Norte, torneio que reuniu todos os campeões da Zona Norte da Taça Brasil até aquele ano.

Além do Náutico, participaram o Ceará (vice-campeão), o Sport, o Fortaleza e o Bahia.

Em 1967 o Náutico chega à quinta conquista consecutiva do Campeonato Pernambucano, mais uma vez de forma invicta, como em 1964.

O alvirrubro Miruca dividiu a artilharia do certame com o tricolor Terto, ambos com 10 gols.

Ainda em 1967 vence pela terceira vez consecutiva a Copa Norte.

Na Taça Brasil, chega até a Final, eliminando América-CE, Atlético-MG e Cruzeiro-MG, até perder o jogo extra da Final contra o Palmeiras, no Maracanã.

Náutico Penta-Campeão Pernambucano e Vice Brasileiro em 1967.
Em pé: Salomão, Gena, Mauro, Clóvis, Fraga e Lula.
Agachados: Miruca, Bita, Ladeira, Ivan Brondi e Lala.

Este resultado levou o Náutico à disputa da Taça Libertadores da América em 1968, sendo o clube eliminado na primeira fase.

Também em 1968, o Náutico alcança sua maior conquista, até hoje inédita na terra do frevo.

O Hexa-campeonato Pernambucano foi conquistado no dia 21 de julho, após mais uma vitória ante o Sport na Final por 1 a 0, gol do alvirrubro Ramos, na prorrogação.

Náutico Hexa-Campeão Pernambucano em 1968.
Em pé: Valter Serafim, Fernando, Ivan Limeira, Gena, Jardel e Toinho.
Agachados: Miruca, Ramos, Nino, Ivan Brondi e Lala.

Em 1968 o Náutico participou também do Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Ainda em 1968 o Náutico chegou pela quarta vez consecutiva às semifinais da Taça Brasil, perdendo a vaga na Final para o Fortaleza.

Em 1969, a sequência de títulos pernambucanos é interrompida pelo Santa Cruz.

Em 1970, o Náutico chega à Final do Campeonato Pernambucano mas fica com o vice-campeonato ao ser derrotado pelo Santa Cruz no jogo final por 2 a 0.

Em 1971 conquista apenas a terceira colocação no Campeonato Pernambucano e disputa a Série B do Campeonato Brasileiro, realizando modesta campanha.

Neste ano Bita joga sua última partida pelo Náutico, totalizando 319 participações em jogos do clube alvirrubro, marcando ao todo 223 gols, recorde absoluto na história do Náutico.

Durante a década de 70, o Náutico oscilaria muito seu desempenho nas competições estaduais e nacionais.

Em 1972 chega ao vice-campeonato pernambucano e faz sua estreia no Campeonato Brasileiro, após as disputas da Taça Brasil e do Robertão nos anos 60.

Sua primeira partida é contra o Santa Cruz, empate por 0 a 0.

O Náutico viria vencer apenas na sexta partida, vitória sobre a Portuguesa por 2 a 1 em Recife, e terminaria a competição em 19o. lugar dentre os 26 participantes, eliminado na primeira fase.

Equipe do Náutico em 1972.
Em pé: Gilson, Gena, Sidcley, João Paulo, Romero e Helinho.
Agachados: Paraguaio, Dedeu, Edvaldo, Zezinho e Elói.

Em 1973 volta a disputar o Campeonato Brasileiro, eliminado novamente na primeira fase.

Em 1974 conquista novamente o Campeonato Pernambucano interrompendo a sequência de cinco títulos do Santa Cruz, impedindo que o rival igualasse a conquista do seu hexa-campeonato, batendo o próprio rival duas vezes na Final (1 a 0 e 1 a 0).

Surgiu neste momento então o bordão "Hexa é luxo", exaltando o ineditismo e a exclusividade da conquista.

Jorge Mendonça, do Náutico, terminou como artilheiro do campeonato ao lado de Zé Carlos, do Santa Cruz, com 24 gols.

Náutico Campeão Pernambucano em 1974.
Em pé: Luís Fernando, Sidcley, Juca Show, Neneca, Beliato e Franklin.
Agachados: Dedeu, Vasconcelos, Jorge Mendonça, Paraguaio e Lima.

Também em 1974 participa novamente do Campeonato Brasileiro, terminando em 14o. lugar, eliminado na segunda fase.

Entre agosto de 1974 e maio de 1975 o Náutico mantém-se invicto por 42 jogos consecutivos.

Fazendo parte desta mesma sequência, entre agosto e novembro de 1974 o goleiro alvirrubro Neneca consegue passar 1.636 minutos consecutivos com a bola rolando sem tomar gols, um recorde mundial que persiste até hoje.

Em 1975 chega ao vice-campeonato pernambucano, perdendo a Final para o Sport por 1 a 0, que não conquistava o título desde 1962.

No Campeonato Brasileiro, terminou em 13o. lugar, indo até a Terceira Fase.

Equipe do Náutico em 1975.
Em pé: Miguel, Pedro Omar, Sidcley, Djalma, Neneca e França.
Agachados: Dedeu, Juca Show, Jorge Mendonça, Vasconcelos e Lima.

Em 1976 chega novamente ao vice-campeonato pernambucano e à terceira fase do Campeonato Brasileiro, onde se posicionou na 16a. colocação.

Em 1977 conquista o vice-campeonato pernambucano quando foi derrotado apenas na prorrogação da quarta partida da Final para o Sport.

No Campeonato Brasileiro, não fez grande campanha, terminando apenas na 51a. colocação.

Em 1978, mais um vice-campeonato pernambucano.

No Campeonato Brasileiro, chega até a segunda fase, oucpando a 33a. colocação.

Em 1979, é vice-campeão pernambucano pela quinta vez consecutiva e chega mais uma vez até a segunda fase do Campeonato Brasileiro.

Equipe do Náutico em 1979.
Em pé: Drailton, Pinheirense, Campos, Douglas, Ademar e Jorge Luís.
Agachados: Jonas, Valtinho, Carlos Alberto, Didi e Williams.

Nos anos 80 o clube conquista em três oportunidades o Campeonato Pernambucano e consolida suas participações no Campeonato Brasileiro.

Em 1980, após o terceiro lugar no Campeonato Pernambucano, novamente vai até a segunda fase do Brasileirão.

Em 1981 chega ao vice-campeonato pernambucano.

Disputa a Taça de Prata (equivalente à Série B) do Campeonato Brasileiro, classificando-se nesse mesmo ano para a disputa da Taça de Ouro (equivalente à Série A).

Chega até as oitavas de final do Campeonato Brasileiro, sendo eliminado pela Ponte Preta e ocupando a 15a. colocação.

Em 1982 é novamente vice-campeão pernambucano e chega à segunda fase do Campeonato Brasileiro.

Baiano terminou como artilheiro do Pernambucano com 40 gols.

Em 1983, mais um vice-campeonato pernambucano após derrota nos pênaltis em jogo extra contra o Santa Cruz.

Novamente Baiano termina como artilheiro do campeonato, marcano os mesmos 40 gols.

O Náutico chega à terceira fase do Campeonato Brasileiro, ocupando a 13a. posição.

Em 1984 sagra-se novamente Campeão Pernambucano após 10 anos.

No Campeonato Brasileiro, realiza a melhor campanha de sua história, ao finalizar a competição no 6o. lugar, sendo eliminado nas quartas de final pelo Grêmio.

Equipe do Náutico em 1984.
Em pé: Lourival, Solito, Douglas, Luciano Veloso, Isidoro e Carlinhos.
Agachados: Dario, Paulinho, Brás, Evaristo e Jadir.

Em 1985 chega ao bi-campeonato pernambucano superando o Santa Cruz na Final, contudo é eliminado ainda na primeira fase do Campeonato Brasileiro.

Náutico Bi-Campeão Pernambucano em 1985.
Em pé: Galvão, Pimenta, Edson, Manguinha, Cláudio e Zé Eduardo.
Agachados: Jarbas, Baiano, Lima, Lourival e Ademir Lobo.

Em 1986 obtém apenas a 4a. colocação no Pernambucano e chega à segunda fase do Campeonato Brasileiro.

Em 1987 fica em 3o. lugar no Pernambucano.

Disputa o Módulo Amarelo da Copa União, classificando-se apenas em 13o. lugar, sendo eliminado na primeira fase.

Em 1988 chega ao vice-campeonato pernambucano.

Disputa a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro após participar de 16 edições ininterruptas da Primeira Divisão, sagrando-se vice-campeão.

Em 1989, de volta à Primeira Divisão do Brasileiro, chega à Segunda Fase e termina o Campeonato em 13o. lugar.

Participa da primeira edição da Copa do Brasil, indo até as oitavas de final, eliminando o Atlético-PR e sendo eliminado pelo Atlético-MG.

No fim do ano, chega ao décimo oitavo título do Campeonato Pernambucano batendo o Santa Cruz na Final por 2 a 1.

O alvirrubro Bizu consagra-se artilheiro do campeonato com 31 gols.

Náutico Campeão Pernambucano em 1989.
Em pé: Romildo, Lúcio Surubim, Levi, Mauri, Júnior Guimarães e Ademir.
Agachados: Newton, Erasmo, Bizu, Aroldo e Nivaldo.

A década de 90 transforma-se nos anos mais difíceis da história do Náutico, vindo à tona a escassez de títulos estaduais e o rebaixamento às séries inferiores do Campeonato Brasileiro.

Em 1990 não chega à Final do Campeonato Pernambucano mas Bizu termina novamente como artilheiro, marcando 19 gols.

É o único clube do Estado a disputar a Série A do Campeonato Brasileiro e termina a disputa na 14a. colocação.

Disputa a segunda edição da Copa do Brasil, chegando até as semifinais, quando foi eliminado pelo Flamengo (que viria sagrar-se campeão).

Nas etapas anteriores o Náutico eliminara Treze-PB, Ceará e Remo.

Em 1991 chega ao vice-campeonato pernambucano e repete o 14o. lugar no Campeonato Brasileiro.

Em 1992, mais um vice-campeonato pernambucano.

Nivaldo termina como artilheiro do campeonato, com 23 gols.

No Brasileirão, aparece na penúltima colocação e na Copa do Brasil é eliminado na primeira fase pelo Sergipe.

Em 1993 perde o Campeonato Pernambucano de forma dramática para o Santa Cruz.

Participa da Copa do Brasil, eliminando o CRB e caindo frente o Cruzeiro (que chegaria ao título) nas oitavas de final.

No Campeonato Brasileiro, é eliminado na primeira fase mas mantém-se na Série A.

Equipe do Náutico em 1993.
Em pé: Baiano, Paraíba, Milton Lima, Lúcio Surubim, Parreira, Gilvan, Paulinho e Marco Antônio.
Ajoelhados: Edson Niquinha, André, Paulo Henrique, Cleber, Fernando, Artur e Borçato.
Sentados: Nevada, Maurício, Naílson, Jefferson, Sidclei e Washington.

Em 1994 perde o Campeonato Pernambucano na final contra o Sport.

No Campeonato Brasileiro, termina na última posição, rebaixado para a Série B.

Disputa também nesse ano a Copa do Nordeste, eliminado na primeira fase.

Em 1995 chega pela quinta vez consecutiva ao vice-campeonato pernambucano, vencido na Final pelo Santa Cruz.

Na Copa do Brasil, é eliminado na primeira fase pelo São Paulo.

Na Série B do Campeonato Brasileiro, também é eliminado na primeira fase.

Em 1996, após a disputa do Pernambucano, o clube chega próximo ao acesso à Série A do Brasileirão, contudo perde a vaga para o América de Natal.

O alvirrubro Robson termina como artilheiro do Campeonato Pernambucano, com 19 gols.

Em 1997 novamente chega próximo ao acesso à Série A, perdendo a vaga para a Ponte Preta, apesar de ter feito uma das piores campanhas na história do Campeonato Pernambucano, classificando-se apenas em sexto lugar.

Nesse ano disputou também a Copa do Nordeste, caindo nas quartas de final frente o Ceará.

Em 1998, um dos capítulos mais tristes da história do clube, rebaixado desta vez para a Série C do Campeonato Brasileiro.

Disputou ainda a Copa do Nordeste, sendo eliminado na primeira fase.

Em 1999, na disputa da Série C do Brasileirão, termina em quarto lugar.

Em 2000 disputa o Módulo Amarelo da Copa João Havelange, eliminado nas quartas de final pelo São Caetano, que chegaria ao vice-campeonato brasileiro.

Volta a disputar a Copa do Brasil, eliminando o CSA na primeira fase e caindo frente o Goiás na segunda fase.

A partir de 2001, ano do centenário do clube, o Náutico começaria a dar sua volta por cima.

Em 2001, chega após seis anos à Final do Campeonato Pernambucano.

Numa disputa emocionante, o Náutico venceu os dois jogos sobre o Santa Cruz (2 a 1 e 2 a 0) e sagra-se Campeão Pernambucano após 12 anos, no ano de seu centenário.

De quebra, o clube consegue interromper a sequência de cinco títulos seguidos conquistada pelo Sport entre 1996 e 2000, impedindo o rival igular a conquista do hexa-campeonato.

Kuki, atleta alvirrubro, termina como artilheiro do Pernambucano, com 14 gols.

Náutico Campeão Pernambucano em 2001.

Nesse ano o clube também volta a disputar a Copa do Nordeste, fazendo a melhor campanha na primeira fase, de forma invicta.

Contudo, é derrotado pelo rival Sport nas semifinais.

Kuki também termina como artilheiro desta competição, com 12 gols.

Na Copa do Brasil, é eliminado na primeira fase pelo ABC.

E na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, chega até as quartas de final, quando foi eliminado pelo Figueirense (que posteriormente chegaria ao acesso à Série A).

Em 2002 o clube sagra-se bi-campeão pernambucano após 17 anos.

Na Copa do Nordeste, chega às semifinais, eliminado pelo Bahia, que chegaria ao título.

Na Copa do Brasil, elimina o Remo mas cai diante do Brasiliense na segunda fase.

Na Série B do Campeonato Brasileiro não faz grande campanha e escapa por pouco do rebaixamento à Série C.

Disputa também nesse ano a terceira edição da Copa dos Campeões da CBF, que conduzia seu campeão à Taça Libertadores da América, mas o clube é eliminado na primeira fase.

Náutico Bi-Campeão Pernambucano em 2002.
Em pé: Gilberto, Sangaletti, Charles, Fábio, Edu Silva, Rémerson e Ailton.
Agachados: Carlinhos, Faeco, Kuki, Ludemar, Fumaça, Cláudio, Fabinho, Paulinho e Tupã.

Em 2003, após o terceiro lugar no Campeonato Pernambucano, é eliminado nas oitavas de final da Copa do Brasil pelo Atlético-MG (após eliminar Anapolina e América-RN).

Kuki sagra-se novamente artilheiro do Pernambucano com 16 gols.

Na Série B do Brasileirão, chega à Segunda Fase mas fracassa novamente na tentativa do retorno à Série A.

Em 2004 conquista pela última vez o Campeonato Pernambucano, após bater o Santa Cruz na Final por 3 a 0.

Igualmente ao ano anterior, chega à Segunda Fase da Série B do Campeonato Brasileiro, mas é eliminado por Avaí e Bahia.

Náutico Campeão Pernambucano em 2004.
Em pé: Nilson, Chicão, Batata, Carlos Alberto e Lima.
Agachados: Kuki, Jorge Henrique, Almir Sergipe, Luciano, Marco Antônio e Marquinhos.

Em 2005 chega ao vice-campeonato pernambucano e é eliminado na segunda fase da Copa do Brasil pelo Coritiba, após eliminar o Palmas-TO na primeira fase.

Kuki chega pela terceira vez à artilharia do Campeonato Pernambucano, com 17 gols.

No Campeonato Brasileiro da Série B, protagoniza a chamada "Batalha dos Aflitos", quando perde o acesso à Série A para o Grêmio, atuando com quatro jogadores a mais em campo.

Em 2006 termina o Pernambucano apenas na quarta colocação.

Na Copa do Brasil, cai frente o Ipatinga nas oitavas de final, após eliminar Rio Branco-AC e Coritiba.

Chega à terceira colocação no Campeonato Brasileiro da Série B e conquista o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro após 12 anos.

Equipe do Náutico 3a. colocada na Série B em 2006.
Em pé: Eduardo, França, Danilo, Marcelo Ramos, Batata, Breno, Leandro, Luciano e Vagner Rosa.
Agachados: Sérgio Manoel, Elicarlos, Sidny, Capixaba, Kuki, Felipe, Nildo, Mateus e Jaime.

Em 2007 fica em 3o. lugar no Pernambucano e chega até as quartas de final da Copa do Brasil.

Após eliminar Parnahyba-PI, Paysandu e Corinthians, o Náutico caiu frente o Figueirense de Florianópolis.

Na sua volta à Série A do Campeonato Brasileiro, classifica-se em 15o. lugar, permanecendo na Primeira Divisão.

Em 2008 chega ao vice-campeonato pernambucano e às oitavas de final da Copa do Brasil, caindo frente o Atlético-MG, após eliminar Atlético-RR e Juventus-SP.

O alvirrubro Geraldo termina o campeonato pernambucano como artilheiro, com 13 gols.

No Campeonato Brasileiro, termina em 16o. lugar, escapando do rebaixamento apenas na última rodada, após empate em 0 a 0 contra o Santos.

Em 2009 sagra-se novamente vice-campeão pernambucano e é eliminado mais uma vez nas oitavas de final da Copa do Brasil, desta vez pelo Internacional-RS, após eliminar Moto Club e Criciúma.

No Campeonato Brasileiro, é rebaixado, terminando na penúltima colocação.

Em 2010 o Náutico sagra-se mais uma vez vice-campeão pernambucano.

Na Copa do Brasil, é eliminado na segunda fase pelo Vitória-BA, após passar pelo Ivinhema-MS na primeira fase.

Na disputa do Campeonato Brasileiro da Série B, classifica-se apenas em 13o. lugar, ficando longe do acesso.

Neste ano ocorreu uma edição da Copa do Nordeste, onde o Náutico finalizou em 10o. lugar.

Em 2011 o clube disputa o Campeonato Pernambucano, a Copa do Brasil e a Série B do Campeonato Brasileiro.

No Campeonato Pernambucano, o Náutico ocupa neste momento a vice-liderança do Campeonato, com sua classificação já garantida para as semifinais.

A disputa tem cunho simbólico, uma vez que mais uma vez visa interromper a sequência de cinco títulos consecutivos obtida pelo Sport entre 2006 e 2010, para que seja mantida a exclusividade e o ineditismo do hexa-campeonato.

Na Copa do Brasil, o Náutico encontra-se nas oitavas de final, encarando o vencedor do confronto de hoje, entre Vasco da Gama e ABC, após eliminar Trem-AP e Bangu-RJ.

O Náutico disputará a Série B do Campeonato Brasileiro a partir de maio.

Sua estreia será contra a Portuguesa de Desportos.

O Náutico ostenta tradição e títulos a nível regional e nacional também em outros esportes, como hóquei sobre patins, remo, tênis, basquete, vôlei, natação, futsal, futebol society, jiu-jitsu e judô.

A bandeira oficial do clube é composta pelo símbolo tradicional do clube (dois remos cruzados, numa alusão às origens do clube, com uma bola de futebol acima, e as iniciais CNC entre os remos) no canto superior esquerdo e mais 11 listras horizontais vermelhas e brancas intercaladas.


O fardamento do Náutico mudou muito pouco ao longo dos anos, sendo preservado o seu desenho tradicional, que é camisa com listras verticais em branco e vermelho, calção branco e meião branco.

Kuki é o atleta que mais vestiu a camisa do clube, 387 vezes.

Bita é o maior artilheiro da história do Náutico, com 223 gols, seguido de Fernando Carvalheira, com 185 gols.

Parabéns ao Clube Náutico Capibaribe pelos seus 110 anos de muitas lutas e conquistas cobertas de glórias!...

Um comentário:

MARCOS BARBOSA disse...

POST PERFEITO, MUITO BOM MESMO.