Osvaldo Orico, professor, diplomata, poeta, contista, romancista, biógrafo e ensaísta, nasceu em Belém, Pará, em 29 de dezembro de 1900.
Estudou no Colégio Paes de Carvalho, em Belém.
Ingressou no jornalismo, sendo repórter no jornal “O Estado do Pará”, tornando-se redator em 1918.
Foi também um dos editores da revista “Guajarina”, responsável pela eclosão do movimento Modernista no Pará.
Em 1919 foi para o Rio de Janeiro, onde formou-se em Direito e ingressou na vida diplomática.
Primeiramente dedicou-se ao magistério, sendo professor da Escola Normal no período de 1920 a 1932.
Foi diretor da Instrução Pública do Distrito Federal, em 1930.
Diretor da Educação e Cultura do Estado do Pará, em 1936.
Secretário-geral do Estado do Pará, em 1936.
Diretor da Divisão de Educação Extra-Escolar do Ministério da Educação e Saúde, em 1938.
Diretor da Seção Cultural do Pavilhão Brasileiro na Exposição do Mundo Português, em 1940.
Serviu como diplomata em Santiago do Chile, Buenos Aires, Haia e Beirute.
Foi delegado adjunto na Unesco, conselheiro comercial da Embaixada do Brasil na Espanha e na Bélgica.
Deputado federal pelo Estado do Pará.
Ministro do Brasil junto à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, com sede em Paris.
Osvaldo Orico pertenceu à Academia Paraense de Letras (1936-1937), na qual ocupou a cadeira n°. 38, cujo patrono foi Luís Tito Franco de Almeida.
Aos 36 anos, ingressou na Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 10, na sucessão de Laudelino Freire, onde foi recebido pelo acadêmico Claúdio de Souza em 9 de abril de 1938.
Foi membro do Instituto Histórico do Pará; da Academia Portuguesa da História; da Academia das Ciências de Lisboa; da Real Academia Espanhola e da Academia da Latinidade, de Roma.
Teve alguns livros traduzidos e deixou vários escritos inéditos.
Faleceu no Rio de Janeiro, há exatos 30 anos, em 19 de fevereiro de 1981.
O escritor Osvaldo Orico |
Nenhum comentário:
Postar um comentário